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Os Cabelos Masculinos Mais Simbólicos Do Rock

No próximo sábado será comemorado o DIA MUNDIAL DO ROCK. A fim de homenagear o estilo compilamos por década os melhores momentos capilares apresentados. Fenômeno, o rock se dividiu em várias sub-gêneros inovadores. Enquanto, elemento central na história cultural moderna, ele foi além da estrutura simples da música. Rock além disso, também é moda, cinema, literatura, pintura, etc. O cabelo (ou a falta dele), era tanto política social quanto tendência, como ainda acontece com frequência no mundo pop. Certos modismos chegaram a definir seu tempo, vamos relembrá-los!


por: Carla Madureira | em: 10 de julho de 2019.

tags: Curiosidades
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OS LOOKS CAPILARES MASCULINOS MAIS ICÔNICOS DO ROCK DE TODOS OS TEMPOS:

# 1950

O termo “rock” apareceu na década de 50 nos Estados Unidos, designando movimento musical a partir da fusão de Rhythm & Blues, Country e Gospel. Com o surgimento e conseguinte aumento do mercado internacional foi dominado por: Elvis “O Rei” Presley, obviamente, mas Buddy Holly, Johnny Cash, Eddie Cochran … Os temas favoritos eram geralmente bobinhos. O fio curto ainda era o mainstream, mas o famoso era o topete. Simplesmente penteado para fora da testa e às vezes estilizado ligeiramente para o lado. Na parte da frente o cabelo em pé faz parecer mais longo e grosso.

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# 1960

Além de musical, se tornou fenômeno social e cultural por si só. Chega à maturidade e domina as paradas com a televisão no horário nobre. Diversifica com outros estilos: soul, surf, folk, psicodélico, etc. Se o rock’n’roll nasce nos Estados Unidos, é na Inglaterra que conhecemos como é chamado hoje. A famosa Invasão Britânica, dos principais nomes: Beatles e Rolling Stones, se impõem como as novas estrelas no mundo. Ou seja, a chegada desses grupos a partir de 1964, será um sucesso admirável! Naquela época, os cabelos eram um ato de rebelião adolescente, após os curtos usados ​​pelas gerações anteriores. O visual desgrenhado do semi-comprido chamado de cabeça de esfregão. Era o começo do cabelo longo a qual muitas bandas usaram até o fim dessa década.

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# 1970

Nos primórdios da década ainda era costume os fios bem compridos. O que causava indignação, pois os homens pareciam como as mulheres. Alguns, como os longos e gordurosos de Ozzy Osbourne (banda Black Sabbath), pareciam se encaixar com o ritmo cada vez mais pesado da música e contracultura. Incluso, o corte de David Bowie a qual ajudou a popularizar a tainha (ou mullet). A qual se tornou tão amada pelos roqueiros glam e seus conceitos de androgenia.

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O rock original do fim de 70, ainda inspiraria novos movimentos, e um em particular ainda hoje é um dos mais contestadores: o Punk. Pelo choque de gerações anteriores, criaram seu próprio visual. Um claro protesto contra o cabelo longo extravagante, ostensivo e auto-indulgente de antes. Os Punks com seus moicanos e fios espetados se tornaram comuns na Inglaterra com Sex Pistols, definidoras do gênero. Já os Ramones nos EUA, ao contrário armados com visual distinto de cabeleira jogada sobre o rosto, relembra os anos 60 numa abordagem musical rápida, sua marca registrada.   

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# 1980

A próxima década trouxe os penteados mais inimaginaveis do rock (ou da música!), mas isso fica para uma próxima matéria…  Sem limitar suas origens a isso, do ponto de vista musical, distingue-se pelo uso constante de sintetizadores. Em suma, os anos 80 eram sobre volume!  Do visual gótico de bandas como The Cure e Bauhaus também impõem estilo de vestuário: maquiagem, madeixas longas e pretas e principalmente temas “difíceis”. Haja gel e pomada

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Ao mesmo tempo, outro estilo de rock ganha os primeiros lugares: hair metal. De visual dissoluto, andrógino e glam-rock de bandas de sucesso incluindo Mötley Crüe e Bon Jovi, entre outras. Excelente comprimento de franjas, destaques perfeitos e a quantidade certa de potência permanente.

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# 1990

O rock é renovado com o aparecimento de duas sensações da massa: o Grunge (americano) e o Britpop (inglês).

Vindo do entorno de Seattle, o som barulhento, poderoso e colérico do grunge e seu maior expoente Nirvana de Kurt Cobain.  Pode ser definido como uma juba desordenada, indomável (e possivelmente não lavada) com muito volume e personalidade rebelde.

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Logo, o Britpop através de silhuetas super magras e franjas peludas mop-top (estilo beeem sessenta) foram uma maneira ousada de dizer não à tomada grunge e recuperar a posição do Reino Unido na vanguarda da cena Rock 90. 

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# 2000 EM DIANTE

O Rock EMO (como My Chemical Romance), trouxe músicas sensíveis e a arte de se esconder do mundo com suas longas franjas caidas no olho. Cabelo e visual ou eram total black ou mega colorido berrante geralmente fluorescente.

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Resultante duma mistura de sons e de visual, o Indie Rock ainda têm espaço na mídia (embora não tanto quanto antes). A exemplo de bandas como Strokes e White Stripes na primeira metade dos anos 2000 e mais hoje em dia, Artic Monkeys. Essa última, seu vocalista olha para o passado e revive em seu cabelo um estilo retrô que igualmente é moderno. Um topete rockabilly caí como um manto na frente ou suavemente é penteado para trás – quiff.

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Isto é, elementos clássicos lá do começo das origens do Rock reaparecem tanto nos looks quanto nas influências musicais, meio que dizendo que o Rock nunca irá morrer!

Aguarde a segunda parte com o melhor da cabeleira feminina na história do Rock!

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